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Ansiedade: Por que o meu corpo e minha mente insistem em prever o perigo

Ansiedade: Por que o meu corpo e minha mente insistem em prever o perigo?

Você já sentiu como se estivesse constantemente esperando por uma notícia ruim? Ou talvez seu coração dispare e sua mente se encha de “e se…” antes mesmo de algo acontecer? Se sim, você conhece bem a face da ansiedade. E é exaustivo estar o tempo todo neste modo, não é? ​Na minha prática clínica busco tratar esse tema em dois níveis: o que pensamos e sentimos, mas também como interpretamos as situações do nosso mundo pessoal. O “Aqui e Agora”: O Ciclo da Terapia Cognitivo Comportamental A TCC foca em como os pensamentos influenciam nas emoções e comportamentos. Na ansiedade, o nosso “alarme” interno está desregulado. Ele interpreta situações comuns, como uma apresentação no trabalho ou um silêncio do parceiro por exemplo, como ameaças fatais. ​Pensamentos Disfuncionais: “Vou passar vergonha”, “Eles vão me julgar”. ​Reação Corporal: Suor, taquicardia, falta de ar. ​Comportamento de Segurança: Evitar o lugar ou fugir da situação. ​O objetivo da TCC (Terapia Cognitivo Comportamental) é ensinar você a questionar esses pensamentos: Existem evidências de que o pior vai acontecer? Se acontecesse, eu realmente não conseguiria lidar? O que de pior pode acontecer em tal possibilidade da situação? Esse comportamento de segurança mais me ajuda ou atrapalha em meu contexto de vida? Consisti em treinar um músculo para responder ao medo com lógica em vez de pânico. Indo além: As Raízes e os Esquemas Às vezes, apenas questionar o pensamento não parece suficiente. É aqui que entra a Terapia dos Esquemas. Ela olha para a nossa história de vida e identifica padrões que se formaram lá na infância e na adolescência, os chamados Esquemas Iniciais Desadaptativos. ​Se a TCC trata o “incêndio” (a crise de ansiedade), a Terapia dos Esquemas investiga por que a fiação da casa está sempre em curto-circuito. Alguns esquemas comuns na ansiedade são: ​Esquemas são como lentes de contato coloridas que usamos há tanto tempo que esquecemos que estamos com elas. Se a lente é vermelha, o mundo sempre parecerá perigoso. Como o tratamento funciona na prática? No consultório, trabalhamos em duas frentes: ​Regulação de Sintomas: Usamos técnicas de respiração, relaxamento e reestruturação de pensamentos para que você recupere o controle do seu dia a dia. ​Mapeamento e Cuidado: Identificamos quais necessidades emocionais não foram supridas na sua infância e/ou adolescência que hoje alimentam a sua ansiedade. Aprendemos juntos a acolher a sua “criança vulnerável” e a fortalecer o seu “adulto saudável”. Tratar a ansiedade não é sobre nunca mais sentir medo, mas sim sobre entender que o medo é apenas um visitante, não o dono da casa. Ao unir a eficácia prática da TCC com a profundidade da Terapia dos Esquemas, conseguimos não apenas abaixar o volume dos sintomas, mas aprimorar a forma como você se relaciona consigo mesmo e com o futuro. Você não precisa passar por essa exaustão sozinho. Se você se identificou com esses padrões e busca tratamento presencial na Vila Leopoldina (SP) ou atendimento online, clique no botão abaixo e vamos conversar pelo WhatsApp para darmos o primeiro passo.

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terapia para pré-vestibular

Adolescência e o pré-vestibular

A transição da adolescência para a vida adulta é um dos períodos mais intensos do desenvolvimento humano. Nos últimos anos do colégio e durante o pré-vestibular, muitos jovens vivenciam uma ansiedade que vai além da preocupação “normal” com provas e escolhas profissionais. Trata-se de um momento de redefinição de identidade, autonomia e pertencimento — e é justamente aí que antigos padrões emocionais podem se intensificar. A pressão das escolhas e a ativação de esquemas O que identifico em meus atendimentos é que, no pré-vestibular, o jovem se vê diante de decisões que parecem definitivas: “Que carreira seguir?”, “E se eu errar?”, “Vou decepcionar meus pais?”. E, embora façam parte do processo de amadurecimento, essas perguntas podem ativar crenças (esquemas) que influenciam os pensamentos (“Eu nunca vou conseguir” ou “Não sou bom o suficiente”), as emoções (ansiedade intensa, medo, culpa) e os comportamentos (procrastinação, isolamento, crises de choro, irritabilidade). A ilusão da “escolha definitiva” Culturalmente, o vestibular é tratado como um divisor de águas. No entanto, a vida adulta é marcada por revisões, mudanças de rota e recomeços. Quando o jovem acredita que “precisa acertar de primeira”, o esquema de Fracasso e os Padrões Inflexíveis tendem a se intensificar. Do ponto de vista terapêutico, é fundamental ampliar a percepção: escolhas são importantes, mas não são sentenças irrevogáveis. O papel da psicoterapia nesse momento A psicoterapia, especialmente na abordagem da Terapia do Esquema, oferece ao jovem: Ao compreender que a ansiedade não é um “defeito”, mas um sinal de necessidades emocionais ativadas, o jovem pode passar a se relacionar consigo mesmo com mais compaixão e menos cobrança. Transição psíquica profunda A passagem da adolescência para a vida adulta não é apenas uma etapa acadêmica — é uma transição psíquica profunda. Você, mãe e pai, que está atento aos comportamentos e emoções de seu adolescente, lembre que é um período que pede escuta acolhedora, validação e reorganização interna. E se está aqui, lendo este texto, é porque está sendo muito cuidadoso e amoroso com seu filho. Mais do que escolher uma profissão, o jovem está aprendendo a escolher a si mesmo. E esse processo, quando acompanhado com cuidado e consciência, pode se tornar não apenas menos angustiante, mas também profundamente transformador. Quer meu apoio neste processo? Agende uma sessão e juntos podemos construir esse caminho.

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Por que repito sempre os mesmos erros? Entenda como a Terapia do Esquema revela suas ‘lentes’ invisíveis

Você já teve a sensação de estar vivendo um “déjà vu” na sua vida pessoal ou profissional? Talvez você tenha mudado de emprego três vezes, mas continua sentindo que seus chefes são sempre “perseguidores”. Ou talvez tenha terminado um relacionamento difícil, jurado que o próximo seria diferente, e meses depois se viu namorando alguém com as mesmas atitudes que te machucavam antes. Muitos pacientes chegam ao meu consultório com a seguinte frase: “Eu tenho o dedo podre” ou “O universo está contra mim”. Como psicóloga com mais de 20 anos de experiência em comportamento humano, posso te afirmar: não é o destino e nem o “dedo podre”. O nome disso é Esquema. E a boa notícia é que, ao contrário do destino, os Esquemas podem ser mudados. O que são os “Esquemas” e como eles controlam você? A Terapia do Esquema (uma abordagem moderna da TCC de 3ª geração) nos ensina que, durante a infância e a adolescência, nosso cérebro absorve informações para entender como o mundo funciona. Imagine que, nessa fase, você recebeu um par de óculos. Se suas necessidades emocionais básicas — como segurança, afeto, limites e liberdade de expressão — foram atendidas, seus óculos têm lentes limpas e transparentes. Porém, se essas necessidades falharam (por excesso ou por falta), as lentes se formaram com rachaduras, manchas ou distorções. Chamamos essas distorções de Esquemas Iniciais Desadaptativos. Hoje, como adulto, você não enxerga a realidade como ela é. Você a enxerga através dessas lentes. A “Química do Esquema”: Por que buscamos o que nos fere? Aqui está a parte mais intrigante da mente humana: nós somos atraídos pelo que é familiar, não necessariamente pelo que é bom. Se, na infância, o amor que você recebeu era condicional (você só era elogiado quando tirava nota 10), seu cérebro aprendeu que “Amor = Alta Performance e Crítica”. Na vida adulta, um ambiente de trabalho acolhedor pode parecer “estranho” ou “tedioso” para o seu inconsciente. Em contrapartida, um chefe exigente e crítico vai gerar uma “química” imediata. Seu esquema acende e diz: “Ah, isso aqui eu conheço. Isso aqui é casa.” É assim que repetimos os padrões. Tentamos, inconscientemente, recriar as condições do passado na esperança de que, desta vez, o final da história seja feliz. Como a Terapia do Esquema quebra esse ciclo? Diferente de outras abordagens que focam apenas no sintoma atual (a ansiedade ou a briga de ontem), na Terapia do Esquema nós vamos à raiz. O tratamento funciona em três pilares essenciais: Reescreva sua história Você não precisa continuar sendo refém de padrões aprendidos há décadas. A vida adulta nos dá a oportunidade maravilhosa de trocar as lentes dos nossos óculos. Com a Terapia do Esquema, unimos a compreensão profunda da sua história com estratégias práticas para que você possa, finalmente, fazer escolhas diferentes e obter resultados diferentes. Quer descobrir quais lentes você tem usado? Agende seu atendimento. Estou aqui para te guiar nessa jornada de autoconhecimento e reparação.

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A exaustão do “High Performer”: quando o sucesso profissional mascara o sofrimento emocional

No mundo corporativo, existe um perfil que é o sonho de qualquer empresa: o “High Performer”. É aquele profissional que entrega resultados acima da média, que assume responsabilidades extras, que nunca diz “não consigo” e que parece ter uma bateria inesgotável. Aos olhos da equipe e da família, ele é um exemplo de sucesso e resiliência. Mas, após 20 anos atuando em Relações Humanas e RH, aprendi a olhar além das avaliações de desempenho. Muitas vezes, por trás desse profissional impecável, existe um ser humano em colapso silencioso. Hoje, na clínica, vejo que esse “sucesso” funciona muitas vezes como uma armadura. E quanto mais pesada a armadura, mais difícil é respirar lá dentro. A Armadilha dos “Padrões Inflexíveis” Na Terapia do Esquema, identificamos um padrão muito comum em profissionais de alta performance: o esquema de Padrões Inflexíveis / Crítica Exagerada. Se você possui esse esquema (essa “lente”), sua mente funciona sob uma regra rígida: “O bom não é suficiente. Precisa ser perfeito.” Você vive sob a tirania do “deveria”: A conquista de uma meta não traz alegria, traz apenas alívio momentâneo. E, segundos depois, a barra sobe novamente. É uma corrida numa esteira que nunca desliga, onde o descanso é visto como fraqueza ou perda de tempo. O medo secreto por trás da Excelência Por que alguém se submete a essa pressão interna brutal? Muitas vezes, lá no fundo da nossa história, aprendemos que só seríamos amados ou valorizados se fôssemos “úteis”, “inteligentes” ou “os melhores”. O High Performer teme, inconscientemente, que se ele parar de produzir, perderá seu valor. Se ele errar, será humilhado ou rejeitado. A excelência deixa de ser uma escolha profissional e vira uma estratégia de sobrevivência emocional. O resultado? Ansiedade crônica, insônia, distanciamento afetivo da família e, eventualmente, o Burnout. O papel da Terapia: Construindo o “Adulto Saudável” Muitos pacientes chegam ao meu consultório com medo de que a terapia os faça “perder a performance”. “Dra., se eu relaxar, vou virar um profissional medíocre?” A resposta é não. Pelo contrário. Na terapia, unimos minha experiência de carreira com as técnicas da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Esquemas para fortalecer o seu Adulto Saudável. O objetivo não é fazer você parar de trabalhar, mas sim: Você não precisa carregar o mundo É possível ter uma carreira brilhante sem sacrificar sua saúde mental. O verdadeiro equilíbrio entre mente e carreira começa quando você entende que sua humanidade não é um defeito no seu currículo. Se você sente que sua bateria está viciada, agende uma sessão. Vamos usar a estratégia e o acolhimento para cuidar da sua carreira mais importante: a sua vida.

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Síndrome do Impostor na Liderança: Por que sinto que sou uma fraude mesmo com tanto sucesso?

Você já sentiu um frio na barriga antes de uma reunião importante, não por falta de preparo, mas pelo medo repentino de que “descubram” que você não sabe o que está fazendo? Essa sensação tem nome: Síndrome do Impostor. E, curiosamente, ela ataca com mais força justamente aqueles que têm os melhores currículos. Em meus 20 anos atuando em Relações Humanas e Desenvolvimento Organizacional, sentei à mesa com Diretores, VPs e Gestores brilhantes. O que vi não foi falta de habilidade técnica. O que vi, repetidas vezes, foi uma insegurança silenciosa que sussurrava: “Você não pertence a este lugar. É questão de tempo até perceberem que você é uma fraude.” Mas por que isso acontece? E como a Psicologia pode explicar o que o RH muitas vezes não vê? O RH vê o Currículo, a Terapia vê a “Criança Ferida” No mundo corporativo, avaliamos suas Hard Skills: seus resultados, seus projetos, sua formação. Mas a Síndrome do Impostor não mora no seu currículo. Ela mora na sua autoimagem. Pela ótica da Terapia do Esquema (a abordagem que utilizo na clínica), a Síndrome do Impostor geralmente é o sintoma de um esquema chamado Defectividade/Vergonha ou Fracasso. É como se, dentro desse líder de sucesso, existisse uma “Criança Vulnerável” que internalizou mensagens na infância como: Mesmo que hoje você tenha o cargo e o salário, essa criança interna continua com medo de ser exposta, ridicularizada ou rejeitada. Como o “Impostor” Sabota sua Liderança O perigo real não é apenas o sofrimento interno, mas como isso afeta sua gestão e sua equipe. Um líder dominado por esses esquemas tende a cair em dois extremos: A “Lente” Suja da Realidade Na terapia, trabalhamos para limpar as “lentes” através das quais você se vê. O Impostor usa uma lente de aumento para os seus erros e uma lente de diminuição para os seus acertos (atribuindo seu sucesso à “sorte” ou ao “acaso”). O tratamento envolve fortalecer o seu Adulto Saudável. É essa parte da sua mente que vai aprender a validar suas conquistas de forma realista, separar o feedback profissional da crítica pessoal e, principalmente, dar acolhimento à sua insegurança sem deixar que ela tome as decisões por você. Liderança requer coragem emocional Ser um líder autêntico não significa não ter medo. Significa conhecer seus medos tão bem que eles deixam de te controlar. Se você quer assumir sua cadeira de liderança com a mesma segurança que demonstra nas reuniões, agende uma sessão de Mentoring e Terapia. Vamos unir a estratégia de carreira com a cura emocional que você precisa. Terapia de Casal. Vamos trabalhar juntos para quebrar esses padrões e redescobrir a parceria que uniu vocês.

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Desenvolvendo o “Adulto Saudável”: o caminho para equilibrar razão e emoção nas decisões difíceis

Você já se sentiu dividido ao tomar uma decisão importante? Uma parte de você diz: “Vá em frente, você se preparou para isso, é a oportunidade da sua carreira”. Mas outra parte, lá no fundo, grita: “E se der errado? E se eu não for bom o suficiente? Melhor ficar quieto onde estou”. Esse cabo de guerra interno não é sinal de fraqueza ou indecisão. Na Terapia do Esquema, entendemos isso como uma disputa entre diferentes “modos” da sua personalidade. De um lado, a Criança Vulnerável (que sente medo). Do outro, muitas vezes, um Crítico Interno (que cobra perfeição). Quem deve desempatar esse jogo? É aí que entra o protagonista da nossa terapia: o Adulto Saudável. Quem está no comando da sua mente? Imagine que sua mente é uma empresa. Se você deixa a Criança pilotar, você age por impulso ou se paralisa pelo medo. Se deixa o Crítico pilotar, você vive em exaustão e autocrítica. O Adulto Saudável é o CEO dessa empresa. Ele é a parte de você que consegue olhar para a Criança com compaixão (“Eu sei que você está com medo”), olhar para o Crítico com firmeza (“Obrigado pelo alerta, mas não precisamos de perfeição agora”) e tomar a decisão baseada na realidade e nos seus valores. O Equilíbrio entre Razão e Emoção Muitos pacientes chegam ao consultório achando que “amadurecer” significa matar a Criança Interior e viver apenas de lógica fria. Isso é um erro. Um adulto puramente racional é rígido e desconectado. Um adulto puramente emocional é instável. Desenvolver o Adulto Saudável significa criar um diálogo interno. Quando você sente uma angústia profunda antes de uma apresentação (gatilho de esquema), o Adulto Saudável não diz “Pare de choramingar”. Ele diz: “Eu entendo que você esteja ansiosa porque fomos criticados no passado. Mas hoje nós nos preparamos. Eu estou no comando e vai dar tudo certo.” Como a Terapia fortalece esse “Músculo”? Ninguém nasce com um Adulto Saudável “pronto”. Ele é construído. Com meus 20 anos de experiência em desenvolvimento humano, vejo que muitos líderes são excelentes CEOs para suas empresas, mas péssimos gestores de suas próprias emoções. Nas sessões de Terapia do Esquema, nós fazemos a “musculação” desse Adulto Saudável: Assuma a liderança de si mesmo A verdadeira autonomia emocional acontece quando você para de reagir aos seus traumas e começa a responder com consciência. Se você sente que suas emoções (ou a falta delas) estão sabotando suas escolhas, venha fortalecer seu Adulto Saudável. É hora de colocar o CEO certo na cadeira da presidência da sua vida.

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Você leva sua família para o escritório? Como a dinâmica familiar influencia seus conflitos no trabalho

Pode parecer uma pergunta estranha. Afinal, você deixa sua família em casa quando sai para trabalhar, certo? Fisicamente, sim. Mas emocionalmente, é muito provável que eles estejam sentados na cadeira ao lado da sua. Durante meus 20 anos atuando em RH e Desenvolvimento Organizacional, presenciei conflitos entre líderes e liderados que pareciam desproporcionais à situação real. Eram reações intensas de mágoa, rebeldia ou submissão que não faziam sentido no contexto corporativo. Hoje, com a lente da Psicologia Clínica e da Terapia do Esquema, a explicação é clara: nós tendemos a recriar, inconscientemente, o ambiente emocional da nossa casa dentro do escritório. Isso não significa que você é imaturo. Significa que o cérebro humano funciona por associação. O Chefe e a Figura de Autoridade (Pai/Mãe) Para o nosso inconsciente, a figura do “Chefe” ou “Gestor” aciona os mesmos circuitos neurais da nossa primeira experiência com autoridade: nossos pais. Você não está reagindo ao seu chefe, está reagindo ao seu pai. Mas é o seu chefe (e sua carreira) que pagam o preço. Os Colegas e a Rivalidade entre Irmãos E os colegas de equipe? Para o cérebro, eles ocupam o lugar dos “irmãos”. É aqui que nascem as disputas por território, o ciúme quando o outro é promovido ou a sensação de injustiça (“Por que ele ganhou o projeto e eu não?”). Se você cresceu em um ambiente onde precisava competir por atenção ou recursos, é provável que enxergue seus pares como rivais perigosos, e não como aliados. O esquema de Desconfiança/Abuso ou de Fracasso pode transformar o ambiente de trabalho em um campo de batalha desnecessário. Como deixar a “Família” em casa? O primeiro passo é a consciência. Na terapia, nós separamos o passado do presente. Quando um conflito no trabalho te desestabilizar, fazemos a pergunta crucial: “Essa emoção tem o tamanho do fato, ou ela é uma ‘emoção elástica’ que traz uma carga antiga?” Trabalhar essas questões na Terapia do Esquema e no Mentoring de Carreira permite que você: Profissionalismo é, antes de tudo, autoconhecimento Se você sente que suas emoções no trabalho são uma montanha-russa, talvez seja hora de investigar quem está “pilotando” sua carreira: o adulto competente que você se tornou ou a criança que ainda busca aprovação. Agende uma sessão. Vamos entender essa dinâmica e liberar você para crescer.

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